I'm gonna stay eighteen forever
So we can stay like this forever
Ok, parece que eu faço 19 anos daqui a 15 minutos.
Posso dizer que 18 foi, até agora, o melhor ano da minha vida. Ano que eu conheci milhares de pessoas maravilhosas, ano que eu trabalhei, que eu suei, que eu chorei, mas que eu, de fato, vivi intensamente, cada minuto, cada segundo.
And we'll never miss a party
cause we keep them going constantly
18 foi o ano intenso da reviravolta. O Ano das baladas, o ano do início da Faculdade, o ano da Dirigência, o ano do 57º e 58º EACs, foi o Ano da Lufa-Lufa, foi o ano no qual conheci a Lufa e me tornei monitor da mesma. Foi o ano que eu me apaixonei e me decepcionei, foi o ano que eu quase me entreguei, foi o ano que eu me aproximei de pessoas maravilhosas que eu não quero largar de jeito nenhum. Foi o ano que eu vi que ainda tem muita coisa pra mudar, ainda tem muita coisa pra ser feita, que eu preciso e quero e vou e que essas são as 3 palavras que me moveram, me movem e me moverão, daqui pra frente.
19 , eu não sei o que você tem guardado pra mim, mas se você quiser superar os 18, você vai ter que se esforçar bastante.
And we'll never have to listen
to anyone about anything
cause it's all been done and it's all been said
we're the coolest kids and we take what we can get
Mostrando postagens com marcador Here comes the sun. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Here comes the sun. Mostrar todas as postagens
domingo, 8 de dezembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Semear
Sabe, eu acho que a vida pode ser muito bem comparada a uma grande plantação.
Entenda, nós, à todo momento, plantamos coisas no solo da nossa vida. Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existência as mais diversas e variadas formas de sementes.
Cada escolha, por menor que seja, é uma semente que lançamos sobre na plantação que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe...
É claro, a plantação precisa ser plantada, regada e podada, porque as ervas daninhas e as pragas existem. Então sempre devemos zelar e prezar pelas coisas que plantamos, pelas atitudes que tomamos. Sempre devemos pensar antes de fazer algo, ou então, simplesmente deixamos as coisas ao acaso, permitindo que as pestes e as ervas daninhas se multipliquem e destruam tudo.Para cada dia, o seu empenho. Hoje, neste tempo que é meu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que eu procuro, os amigos que eu cultivo, as leituras que eu faço, os valores que abraço, os amores que amo, tudo será determinante para a colheita futura.
Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos! Infelicidade, talvez seja o contrário.
O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã!
Hora de semear, de regar e colher.
Entenda, nós, à todo momento, plantamos coisas no solo da nossa vida. Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existência as mais diversas e variadas formas de sementes.
Cada escolha, por menor que seja, é uma semente que lançamos sobre na plantação que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe...
É claro, a plantação precisa ser plantada, regada e podada, porque as ervas daninhas e as pragas existem. Então sempre devemos zelar e prezar pelas coisas que plantamos, pelas atitudes que tomamos. Sempre devemos pensar antes de fazer algo, ou então, simplesmente deixamos as coisas ao acaso, permitindo que as pestes e as ervas daninhas se multipliquem e destruam tudo.Para cada dia, o seu empenho. Hoje, neste tempo que é meu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que eu procuro, os amigos que eu cultivo, as leituras que eu faço, os valores que abraço, os amores que amo, tudo será determinante para a colheita futura.
Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos! Infelicidade, talvez seja o contrário.
O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã!
Hora de semear, de regar e colher.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Until the Very End
Eu era um menino anormal tentando ser normal, sabe? Sempre tive tudo que eu quis – talvez por ser filho único, talvez porque meus pais gostavam de serem os pais que os pais deles não puderam ser.
Um dia – 2003 pra ser mais preciso - meu pai chegou em casa todo molhado com um livro em uma sacola. Na capa, havia um menino montado em uma vassoura. Ele queria que eu lesse, “ sua prima mais velha leu e adorou!” dizia ele. Eu disse que o livro era muito grande, e então, ele me propôs o seguinte desafio: Se eu o lesse, e me dispusesse a conversar sobre o livro depois , ele me daria o robô que eu tanto estava importunando-o para comprar pra mim.
No mesmo momento aceitei o desafio e comecei a lê-lo. Lembro que nada fazia muito sentido. Coisas malucas aconteciam com o menino que ninguém podia explicar. E eu continuei, não mais pela obrigação, mas pra saber o que acontecia, qual era a causa, o porquê. Até que eu descobri, no célebre momento aonde Hagrid conta à Harry que ele é um Bruxo.
Li o livro e ganhei o robô, mas a partir do momento que eu soube que havia continuações do livro, clamei ao meu pai que os comprasse. – Pobre Carlos, mal sabia ele que naquele momento, havia criado um monstro devorador de livros.
No decorrer das semanas e meses, eu já sabia sobre câmaras secretas, duelos, Basiliscos, casais que deviam ou não ficar juntos, sobre Sírius, sobre os Elfos, os marotos, os centauros e estava tão imerso naquele mundo que nada me fazia querer sair de lá. Eu os reli várias vezes e aguardei e vi cada um dos filmes. E cada leitura, com o passar do tempo, me proporcionava uma nova perspectiva: sobre preconceito, sobre aceitação, sobre classes e sobre os próprios personagens. Conceitos complexos para apenas um garoto de 10, 12 anos. Eu sei. Mas eu falei que não era normal, lembra?
Harry esteve comigo quando minha mãe descobriu o câncer enquanto estava grávida da minha irmã. Eu compartilhei da revolta que ele sentia na Ordem da Fênix. Eu de certa forma o entendia, afinal, eu tive que me tornar um adulto, assumir responsabilidades, e Harry Potter era uma das poucas coisas que me faziam voltar a ser um pré-adolescente, mesmo que temporariamente. Minha irmã nasceu minha mãe teve outro câncer e veio a falecer, e em todos os momentos, Harry esteve comigo. E de alguma forma tudo mudou: Eu mudei ali. Meu comportamento mudou, minha percepção se abriu para todas as coisas que eu tentava esquecer e ser só...normal. Mas eu não era normal, e nunca seria. Era hora de parar de keep up with the Dursleys.
Quando minha mãe morreu, eu escrevi uma fanfic. Então eu descobri que gostava de escrever. Continuei, mas demorei meses para mostrar meus textos a alguém. A pessoa que eu mostrei, por um acaso, era minha prima, que é uma Ficwritter. Ela disse que eu tinha jeito pra coisa. E me apresentou um fórum aonde pessoas se reuniam para escrever sobre Harry Potter e algumas outras poucas séries. Eu conheci novas pessoas, fiz novos amigos, que sabiam exatamente quem eu era. Que não tinham julgamentos prévios. Que me aceitavam e passaram a me amar sem qualquer rótulo.
Eu conheci a mulher que me deu todo um novo sentido a palavra “querer”. Eu descobri em alguém próximo olhos que sempre me apoiariam e sempre estariam lá por mim. Eu admiti minha natureza dupla. Quem eu era, quem eu sempre fui e quem eu sou.
Harry Potter apareceu para mim como um desafio. Um desafio que aceitei e que deu início as minhas duas paixões: Ler e escrever. Ajudou a formar meus valores e indiretamente a minha forma de ler o mundo. Ajudou-me a fazer amizades que realmente importam, com pessoas que realmente me entendem e me amam do jeito que eu sou; Sem ter de me adequar a qualquer norma para ser aceito. Harry esteve comigo até o fim, assim como eu fui até o fim com ele. Until the very end.
domingo, 20 de janeiro de 2013
Discurso de Formatura
O Discurso abaixo foi o meu discurso de formatura do Ensino Médio. E eu senti uma necessidade grande de colocar ele aqui porque ele é muito o que eu sinto em relação dessa fase que está pra começar.
Boa noite a todos aqui presentes: Direção, coordenação, professores, funcionários,
alunos, amigos, pais de alunos e demais convidados que fazem parte desse eventoúnico nas nossas vidas – A colação de Grau dos Alunos das turmas 311 e 312 de2012 do Colégio Martins- Vila Isabel.
Quando estávamos no jardim da infância, nos perguntaram o que queríamos sequando crescêssemos. E logo, Dizíamos: Bombeiros, Astronautas, Presidentes, pilotos de avião, entre outros
Aos 10 anos, voltaram a nos perguntar e dissemos: Músicos, Artistas... e, bem, no meu caso, Atleta.
E agora que somos mais velhos, querem uma resposta mais centrada e mais séria.
O mais certo seria dizer: ‘Quem é que sabe?’
Muitos devem se perguntar por que estou dizendo isso. Logo eu, que sempre tive
plena convicção de fazer Direito. E a resposta é simples: Nada sabemos do futuro.
E nos preocuparmos demais com ele é tão eficaz quanto tentar resolver umaequação Algébrica mascando chiclete. Não adianta tomarmos decisões apressadas
e sem pensar, das quais podemos nos arrepender durante a nossa vidaprofissional. Afinal, é o que pretendemos estudar nos próximos 4, 5 ou até 10
anos. É o que iremos fazer pelos próximos 30 a 40 anos.
Esse é o momento de cometermos erros. De pegar a linha do metrô errado e irparar na Pavuna. De se divertir, se apaixonar, de mudar de ideia e depois desmudar, porque nada é de fato, permanente.
ou divertido, louco e engrandecedor. Durante esse período, os nossos nervos,nosso autocontrole, nossa responsabilidade e nossa força de vontade foram
postas à prova. Mas graças ao apoio dos nossos queridos mestres e de todo o
corpo docente conseguimos, juntos, vencer essa batalha e concluir esse capítulo.
com louvor, posso até arriscar a dizer.
saudades da convivência diária, das brincadeiras, das palhaçadas, das imitações.
Existem pessoas que conheci aqui e que pretendo levar comigo para o resto da
minha vida. Não sei se poderei realizar esse desejo, afinal, a partir de hoje
trilharemos caminhos separados e ficará cada vez mais difícil de nos encontrarmos.Mas se há algo que eu aprendi nesses poucos 18 anos de vida, é que não importao quão distante estejam dois amigos, eles sempre manterão contato. Até porque,
No início do ano, éramos a turma que ninguém dava nada pela gente.
Simplesmente porque –abre aspas- os melhores alunos – fecha aspas- haviam ido
para outra turma. Mas no decorrer do ano, isso mudou. As turmas, de um modo
geral, se mantiveram equivalentes e demonstrando garra em busca Uma vaga no
ensino superior, na maioria dos casos, público.
Sentiremos falta de nossos professores, que com suas filosofias de vida e ensino,
nos cativaram e nos ajudaram em todos os momentos que pensávamos em
desistir. Fosse para fazer uma aula mais lúdica com dinâmicas, simplesmente para
parar e perguntar: “Vocês tão muito pra baixo! Podem falando, o que houve?” oupara dar aquela pressãozinha necessária para estudarmos mais. Aos poucos,
aqueles professores que nos anos anteriores não gostávamos tanto haviam se
transformado nos nossos mais queridos mestres. Obrigado a todos você pelo
apoio, pela garra e pela vontade de ensinar. Vocês são mais que vitoriosos!
Para finalizar, é preciso enfatizar que esse não é um momento de tristeza porque
nos despedimos. Não; esse é um momento de reflexão, de aceitação. De olhar
para frente. Um momento de admitir que a vida de cada um de nós é feita de
fases. Tudo muda. O mundo muda; nós mudamos. Amadurecemos, e não
envelhecemos, até porque só envelhece quem quer. Nossas prioridades mudam e
mudarão; nossa leitura de mundo também. Não devemos nos entristecer porque
as coisas acabaram, e sim agradecermos porque elas existiram. Aliás, nada
acabou; muito pelo contrário. Esse é somente o começo, o nosso começo.
Hoje é o dia em que nos tornamos cidadãos para o mundo. Hoje nos tornamos
responsáveis por algo que vai além de nós mesmos, nossos pais ou as nossas
notas. Hoje nos tornamos responsáveis para o mundo, para o futuro e para todas
as possibilidades que a vida tem a nos oferecer. Hoje nós viemos nos apresentar
de braços abertos. Para assumir a vida, assumir o amor, assumir a
responsabilidade e possibilidades. Hoje, meus amigos, começamos a maior
aventura de todas: O resto de nossas vidas. E eu, particularmente, mal posso
esperar.
domingo, 9 de dezembro de 2012
Enfim, a maioridade
Hoje - ou melhor, ontem - foi meu aniversário de 18 anos.
E com ele vieram várias lembranças de tudo o que eu passei. Me veio a estranheza de que agora, tecnicamente poderia fazer tudo o que eu já fazia antes mas era ~proibído~. Me veio o medo e a o "toque" de que agora realmente eu não sou mais uma criança. Que bem ou mal, eu tenho responsabilidades. E eu não digo isso por dizer, acredite.
Veio o pensamento de que agora não tem escola. Que acabou. Que agora é faculdade. Agora é um outro mundo, outras pessoas, outros ambientes...uma fase nova. Hoje eu vejo que o menino que era grande e ao mesmo tempo tão frágil continua grande, e nem tão frágil assim. Claro, continuo tendo minhas fraquezas e minhas forças; mas só é estranho. É estranho ver que os tão sonhados "18 anos da liberdade" finalmente chegaram e você não sabe se isso realmente é bom. Aliás, a gente sempre tem medo da mudança, né? Não que vá mudar tanto assim....mas bem, isso a gente descobre depois.
E que venham as novas experiências, as novas alegrias, as novas tristezas e tudo o que a vida tiver para me oferecer.
It's alright
E com ele vieram várias lembranças de tudo o que eu passei. Me veio a estranheza de que agora, tecnicamente poderia fazer tudo o que eu já fazia antes mas era ~proibído~. Me veio o medo e a o "toque" de que agora realmente eu não sou mais uma criança. Que bem ou mal, eu tenho responsabilidades. E eu não digo isso por dizer, acredite.
Veio o pensamento de que agora não tem escola. Que acabou. Que agora é faculdade. Agora é um outro mundo, outras pessoas, outros ambientes...uma fase nova. Hoje eu vejo que o menino que era grande e ao mesmo tempo tão frágil continua grande, e nem tão frágil assim. Claro, continuo tendo minhas fraquezas e minhas forças; mas só é estranho. É estranho ver que os tão sonhados "18 anos da liberdade" finalmente chegaram e você não sabe se isso realmente é bom. Aliás, a gente sempre tem medo da mudança, né? Não que vá mudar tanto assim....mas bem, isso a gente descobre depois.
E que venham as novas experiências, as novas alegrias, as novas tristezas e tudo o que a vida tiver para me oferecer.
It's alright
sábado, 20 de outubro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)